Etiquetas

Alemanha (1) banca (5) Brasil (13) cavaco (3) China (1) cimpor (5) cinema (1) corporate governance (2) corrupção (1) crise (27) cultura (2) economia (34) energias (2) esquerda (2) estado (2) EURO (24) europa (15) FED (2) gestão (1) investimento (1) Irlanda (1) Israel (1) lingua (3) literatura (2) lula (1) madeira (2) mercados (23) merkel (3) orçamento (2) passos coelho (3) PEC (3) politica (31) política internacional (4) porto (1) Portugal (18) psd (12) Rússia (1) salazar (2) sócrates (4) trading (1)

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017



O PRESIDENTE E A SEGURANÇA

O mais popular dos nossos presidentes tem sido, apesar disso, alvo de varias polémicas.
Porque aparece demais, porque fala demasiado, por causa de selfies, beijos, abraços, sorrisos e conversas também em demasia, etc
Assim, as opiniões dividem~se entre as dos que pensam que Marcelo vai por esta via desgastar o capital que acumulou e as dos que, ao contrario, pensam que que com este comportamento o seu capital vai continuar a aumentar, se possível for, exponencialmente.
Não sei o que pensam disto tudo os assessores presidenciais, mas julgo que devem andar completamente perdidos e totalmente frustrados com a sua inutilidade, dado que sabem que o Presidente fará sempre tudo e apenas o que lhe apetecer, independentemente do que eles pensem. Assessores esses que, aliás, duvido que ele ouça.
Um Presidente que ganhou as eleições sózinho, parece assim ser um problema grave de indisciplina. Se ele fez a parte mais dificil sem praticamente apoios, porque haveria de necessitar de assessores agora? Parece ser este o raciocínio de Marcelo.
É discutível se a acção de um Presidente deve ou não ter limites para além dos que constam da Constituição, mas existe pelo menos uma área em que julgo têm de existir limites à autonomia do "individuo-presidente", trata-se da área da segurança.
Um PR, com afectos ou sem eles, é uma figura pública de enorme importancia, para o país e não só. No nosso contexto actual, a segurança de qualquer pessoa física que seja PR, é importante até mesmo em termos europeus.
Os riscos de segurança de um qualquer PR europeu têm sempre de ser reduzidos ao mínimo possível, quer esse PR goste, quer não.
Daqui resulta que um PR, não tem períodos de folga, pelo menos públicos, como não pode ter autonomia para decidir onde vai, como vai, ou com quem vai.
O Marcelo, tão referido, tão amado, tão comunicativo, já não pode existir, quem existe é um PR, que por acaso se chama Marcelo e é muito querido.
Qual o valor político-mediático e quais os possíveis impactos resultantes da eliminação física de um qualquer PR europeu?

Existirá melhor passaporte para o Paraíso, cheio das melhores das virgens, do que o assassinato de um Presidente infiel e de um país da Europa Ocidental? 
Melhor ainda se representante de um país há seculos ocupante de territorio sagrado do Islão?

Sem comentários:

Enviar um comentário